quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Inerentes pensamentos e ações

que vêm à cabeça, que vieram à tona, que continuarão a vir.


A semana passa rápido mesmo quando não temos o movimento que queríamos, a semana passa sempre no mesmo tempo. Fui pego de surpresa, e olhando pra trás reparo que desperdicei tempo em atividades inúteis, mas isso sempre repetir-se-á, sempre arrependeremo-nos do que fizemos e temos feito pois continuamos a mudar e continuamos a cometer o erro de olhar pra trás e pensarmos com nossa atual consciência.

Não estivesse cercado, passaria o máximo de tempo sem me pronunciar, pois vejo hoje que mudei minha atitude sem que minhas ideias sobre este tópico tenham mudado, mas admito que havia necessidade dessa mudança.

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Artista: Howard Shore
Música: Concerning Hobbits

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Planos, pinturas e panos

tanta coisa mudou. Alguns planos começam a funcionar, outros voltam a funcionar e talvez dêem completamente certo. Espero que os que me acompanham consigam seguir os passos e consigamos todos, mas caso não consigam, vou-me sozinho pois já passou-lhes a idade de serem pajeados.


Ainda não sei sobre o que eu devia "falar", só sei que falarei. Ainda não decidi onde falarei, mas isso é o de menos.

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Música: Let's get started staying alive
Artistas: Black Eyed Peas & Bee Gees

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Sonhos reveladores

To be, or not to be: that is the question:
Whether 'tis nobler in the mind to suffer
The slings and arrows of outrageous fortune,
Or to take arms against a sea of troubles,
And by opposing end them? To die: to sleep;
No more; and by a sleep to say we end
The heart-ache and the thousand natural shocks
That flesh is heir to, 'tis a consummation
Devoutly to be wish'd. To die, to sleep;
To sleep: perchance to dream: ay, there's the rub;
For in that sleep of death what dreams may come
When we have shuffled off this mortal coil,
Must give us pause: there's the respect
That makes calamity of so long life;
For who would bear the whips and scorns of time,
The oppressor's wrong, the proud man's contumely,
The pangs of despised love, the law's delay,
The insolence of office and the spurns
That patient merit of the unworthy takes,
When he himself might his quietus make
With a bare bodkin? who would fardels bear,
To grunt and sweat under a weary life,
But that the dread of something after death,
The undiscover'd country from whose bourn
No traveller returns, puzzles the will
And makes us rather bear those ills we have
Than fly to others that we know not of?
Thus conscience does make cowards of us all;
And thus the native hue of resolution
Is sicklied o'er with the pale cast of thought,
And enterprises of great pith and moment
With this regard their currents turn awry,
And lose the name of action.--Soft you now!
The fair Ophelia! Nymph, in thy orisons
Be all my sins remember'd.
Bom, é sempre triste quando descobrimos que algo que esperávamos não mais ocorrerá, mas há mais coisas para fazer e não devemos nos apegar tanto a pequenos acontecimentos.
E embora as coisas não tenham corrido como esperado, ainda correram bem. Foi um bom dia.

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Às vezes eu imagino como seria ver o mundo através de outros olhos, outra mente, mas o maior problema seria como eu separaria a minha mente da nova mente, e como(até se) eu conseguiria sair desse estado. Por mais inusitado que isso pareça, isso parece-me algo como a morte segundo a visão dos que acreditam em reencarnação, e aqueles que têm visões de vidas passadas conseguem separar suas mentes originais das adquiridas posteriormente. Mas vendo sob esse prisma, como saberíamos diferenciar quando chegamos na nossa mente original de quando chegamos no limite de nossa diferenciação.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Estranho orgulho

refiz meu desktop, ele ficou mais minimalista e conciso graças à internet e, estranhamente admito, ao /b/ e suas info threads.


Terminei agora há pouco de assistir Arrested Development e recomendo(eu diria a todos, mas seria mentira) ao Sapo(que provavelmente será o único que entenderá/rirá), faltam ainda seis temporadas de 3rd Rock from the Sun e alguns episódios de One Piece.

Fico feliz que projetos têm chegado a mim, e pretendo completar todos(mas admito que provavelmente não conseguiremos fazer o trabuco).

As férias têm sido boas e prometem continuar boas mesmo se pontuadas por dias à toa.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Devorando livros


tenho comprado vários livros na Fnac, muitos dos quais estão em inglês e/ou são clássicos da literatura.


Comprei hoje:
Dr Jekyll and Mr Hyde(O médico e o mosntro)
A revolução dos bichos
O último adeus de Sherlock Holmes

Dois dias atrás comprei:
Fausto
Divina Comédia

Já faz um tempo que pedi para um amigo comprar pela internet:
The Island of Dr Moreau
Watership Down

Além dos livros que peguei emprestado com meus avós e dos que ainda posso pegar(muitos da Agatha Christie em inglês).

Mudando um pouco de assunto, voltei a ouvir podcasts do iTunes. São muito interessantes e recomendo a todos que usem o iTunes e entendam bem inglês falado fluidamente. Mas não recomendo os que prometem ensinar alguma língua, pois são muito superficiais e não ensinam o necessário para que você possa falar a língua corretamente.

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Um fato solto: Gargamel foi o vilão dos Smurfs, e a pessoa que fez sua voz nos Estados Unidos foi o inventor de um dos primeiros corações artificiais, além de fazer a voz do Ursinho Pooh.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tópicos reclusos


depois de muitos anos de procura, foi num carro indo para uma aula que eu não precisava assistir que finalmente achei a música da qual eu não me lembrava, que, na minha memória, tinha o monstro de cabelo do Pernalonga(que eu acabo de descobrir que chama Gossamer), mas na realidade é só um monstro meio peludo e estranho.


sábado, 25 de dezembro de 2010

Uma girafa de seis pernas

A ida começou cedo, fomos de carro até São Paulo, lá pegamos um avião para Porto Seguro, de onde fomos até Arraial D'Ajuda de táxi(com um (muito) mau motorista), chegando lá pegamos uma estrada de terra até o lugar onde pegamos um barco até Caraíva, lá colocamos as malas numa carroça e seguimos a pé a seu lado até o hotel.
Foram aproximadamente 13h entre sair de Ribeirão Preto e chegar na porta do hotel.
Lá foram sete dias de calma, sem cueca, carros nem computador. A energia elétrica só chegou lá há três anos e é subterrânea, portanto não há postes nem luz na rua. Os dias foram bem calmos, mas a monotonia foi grande, então li quatro livros.
O início da volta foi adiantada em um dia para que não precisássemos acordar as 7h e sairmos sem café da manhã, então as 21h30 saímos e fomos para um hotel em Porto Seguro para pernoitar antes de começarmos a verdadeira viagem de volta.
No dia seguinte acordei as 8h, tomei café da manhã e fomos até o aeroporto. Subimos no avião das 11h para Guarulhos. Durante a subida ouve-se um barulho,digamos, peculiar que durou em torno de 10min, seguido de uma turbulência e o aviso do capitão de que tínhamos desviado de um grupo de pássaros, mas que um atingiu uma das turbinas(a do lado onde estávamos) e que teríamos que descer. Após sobrevoar o aeroporto por quase uma hora descemos e ficamos dentro do avião por mais duas horas, descemos do avião e fomos redirecionados para o próximo voo para Guarulhos, o das 16h45, que, a propósito, não era direto e ia primeiro a Salvador. Chegamos em Guarulhos por volta das 21h50 e saímos de carro para Ribeirão Preto. Cheguei em casa as 3h.